IDENTIFIQUE SINAIS DE ESTRESSE E EVITE QUE OS SINTOMAS SE INTENSIFIQUEM.

 

Conheça as quatro fases do estresse. No nível máximo, quando o corpo chega à exaustão, o organismo fica enfraquecido e a pessoa debilitada.

Hellen Sacconi Campinas, SP.           

             No começo o estresse é apenas um estado de alerta. O corpo dá os primeiros sinais de que algo mudou: os músculos ficam contraídos e aumenta a produção de adrenalina. A pessoa está pronta para o que der e vier, fica alerta para o que se passa ao seu redor. De acordo com a especialista em estresse, Marilda Lipp, essa é a fase positiva, que prepara a pessoa para lidar com qualquer eventualidade. Só que o efeito positivo do estresse deve durar, no máximo, 24 horas. A partir daí, é preciso cuidado para não entrar na fase de resistência. É quando mesmo depois de dormir uma noite inteira, ao acordar, a pessoa se sente cansada e a memória fica comprometida. “Esquecer de fazer uma ligação, esquecer onde colocou a chave. São esquecimentos bobos do dia a dia. É como se a vida tivesse pesando muito”, explica à especialista.


           
A evolução do estresse não tem um prazo definido, mas as duas últimas etapas são as mais perigosas. A terceira fase é chamada de quase exaustão. Entre os sintomas estão: irritabilidade, gastrite, oscilação da pressão arterial, alteração da glicemia, queda de cabelo, ansiedade e depressão. Até identificar que estava neste nível do estresse, qualquer barulho irritava a biomédica Loreta Pereira França. “Já fui parar duas vezes no pronto socorro com aumento de pressão repentina, de ter que ficar dois dias em repouso. É por isso que você precisa de ajuda”, relata Loreta. Ela toma remédios para controlar a ansiedade e sabe que sem o tratamento, poderia chegar ao último estágio. Segundo a especialista em estresse, a fase da exaustão pode levar até a morte. A pessoa pode ter um enfarte, um derrame cerebral ou um câncer. “Logicamente não é o estresse que causa essas doenças, mas o estresse enfraquece o organismo e debilita a pessoa de tal maneira que outras doenças, que já estiverem geneticamente programadas, começam a ocorrer”, alerta Marilda. Cada pessoa reage de uma maneira às fases do estresse. Por isso, antes de ficar doente, é importante colocar na rotina um tempo para a família, cuidados com o corpo e atividades que te façam sentir bem. “Na área emocional você deveria saber seu limite. Saber dizer não e manter atitude positiva frente à vida”, indica a especialista. No ateliê de artesanato, Paula que trabalha como advogada tem um compromisso semanal com a saúde da mente. “Eu sinto muita paz e tranquilidade. Minha cabeça parece que esvazia e eu fico completamente relaxada. Isso me ajuda muito”, conta Paula.
Verifique se você tem sintomas de estresse:
Assinale os itens que indiquem como se sente neste momento:

1. Ombros levantados
2. 2. Dor ou tensão nas costas
3. 3. Aperto de mandíbula
4. Tensão ou dor na nuca
5. 5. Hiperacidez estomal (azia)
6. 6. Irritabilidade excessiva
7. 7. Boca seca
8. Taquicardia, ou coração batendo rápido demais
9. Suor excessivo
10. Mãos ou pés frios
11. Respiração ofegante
12. Desorganizado, não sabendo onde colocou as coisas.

Verifique o significado de sua pontuação:

Se não assinalou nenhum:

Parabéns, seu corpo está em pleno funcionamento no que se refere ao stress.

Se assinalou de 1 a 3:

A vida pode estar um pouco estressante para você. Avalie o que está ocorrendo. Veja o que está exigindo tanto de sua resistência. Pode ser o mundo lá fora ou pode ser você mesmo. Fortaleça o seu organismo.

Se assinalou de 4 a 8:

Há sinais de que seu nível de stress está alto e algo está exigindo demais seu organismo. Pode estar chegando no seu limite. Considere uma mudança de estilo de vida e de hábitos. Analise em que seu próprio modo de ser pode estar contribuindo para a tensão que está sentindo.

Se assinalou mais do que 8:

Seu nível de stress parece estar altíssimo. Seria bom consultar um psicólogo especialista em stress para fazer um diagnóstico. Sem dúvida, você tem fontes de stress representadas pelo mundo ao seu redor (pode ser família, ocupação, sociedade, etc) e fontes internas ( seu modo de pensar, de sentir e de ser) com as quais precisa aprender a lida.

Fonte: Centro Psicologico de Controle do Estresse - PUC Campinas.
Marilda Lipp, psicóloga e especiliasta em estresse (JORNAL HOJE (REDE GLOBO) - Edição do dia 24/08/2011.


REALIZAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA DIMINUI USO DE REMÉDIOS POR IDOSOS (15/8/2011).

Aos 68 anos, o aposentado Antônio Oliveira precisava tomar 9 comprimidos por dia para tentar controlar a pressão. Desde que começou a fazer exercícios, passou a ter uma pressão de garoto com apenas três remédios. Antônio não foi o único: 56% dos hipertensos diabéticos e obesos inscritos no Programa Academia Carioca de Saúde, que funciona em 25 unidades municipais de saúde, conseguiram reduzir a dosagem e a quantidade de remédios. E 2% deixaram de precisar de remédios, segundo levantamento do programa, que completou dois anos.
"Os exercícios são meu novo remédio. Não falto à academia um dia. Cheguei aqui com a pressão 17 por 11. Sentia muita dor de cabeça e isso me deixava de mau humor. Sem dor, estou de bem com a vida e fiquei muito mais ativo", conta Antonio, que além de controlar a pressão fez vários amigos na academia do Complexo do Alemão.
O levantamento mostrou ainda que 72% dos alunos perderam peso, 97% conseguiram controlar a pressão e 86% dos diabéticos reduziram as taxas de glicemia. "Antes eu era o "terror do postinho de saúde". Tomava muito remédio, mas vivia indo lá com problemas de glicose e pressão alta. Agora, já nem preciso mais do remédio da pressão. O exercício tem feito uma diferença muito grande na minha vida. Antes da academia eu era toda entrevada, não conseguia abaixar", conta Laurência Maria dos Santos, 66.
Junia Cardoso [CREF 008676-G/RJ], responsável pelo Programa da Secretaria Municipal de Saúde, explica que o exercício faz com que o corpo produza substâncias que diminuem pressão e a glicose. "A consequência é a diminuição da necessidade de remédios. Mas é bom lembrar que só o médico pode diminuir as dosagens".

Sem doenças

O exercício físico é remédio também contra depressão, problema cardiovasculares e ajuda a prevenir alguns tipos de cânceres. Atento aos benefícios, o Ministério da Saúde lançou o programa Academia da Saúde, que visa estimular a criação de espaços para a prática de exercícios nos municípios.
"Em Recife, os pacientes inscritos em um programa de atividades física diminuíram em 50% o uso de anti-inflamatórios e antidepressivos. Além disso, a OMS relaciona a prática de 30 minutos de exercício diário com menor risco de câncer de colo e mama", diz o ministro da Saúde Alexandre Padilha.
No Rio, segundo a Secretaria de Saúde, serão abertas 15 academias cariocas, totalizando 40 até o fim do ano.

Confira a lista de unidades de saúde com academias no Rio de Janeiro:
Clínica da Família Maria Sebastiana de Oliveira (Ilha do Governador)
Clínica da Família Assis Valente (Ilha do Governador)
Clínica da Família Zilda Arns (Alemão)
Centro Municipal de Saúde Augusto Boal (Maré)
Policlínica José Paranhos Fontenelle (Penha)
CMS Padre Teresa de Calcutá (Ilha do Governador)
Policlínica Rodolpho Rocco (Del Castilho)
PS Flávio do Couto Vieira (Anchieta)
CMS Fazenda Botafogo (Fazenda Botafogo)
CMS Harvey Ribeiro (Recreio)
Clínica da Família Professor Maury Alves de Pinho (Barra da Tijuca)
Clínica da Família Olímpia Esteves (Realengo)
Policlínica Manoel Guilherme da Silveira (Bangu)
PS Athayde José da Fonseca (Catiri/Bangu)
PS Dr. Henrique Monat (Vila Kennedy)v PSF Dr. Silvio Barbosa (Santíssimo)
P.S. Manoel de Abreu / PACS Vila Verde (Santíssimo)
CMS Belizário Penna (Campo Grande)
P.S. Edgard Magalhães Gomes (Inhoaíba)
CAPS Profeta Gentileza (Inhoaíba)
CMS Mário Rodrigues Cid (Campo Grande)
Posto de Saúde Dr. Alvimar de Carvalho (Pedra de Guaratiba)
Clínica da Família Dr.Hans Jürgen Fernando Dohmann (Campo Grande)
Clínica da Família Alkindar Soares Pereira (Guaratiba)
CMS Aloysio Amâncio (Santa Cruz).

Fonte: www.saude.terra.com.br

ATLETISMO.


Corrida: umas das modalidades do atletismo.

Atletismo é o conjunto de esportes formado por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. Geralmente é praticado em estádios, exceto a maratona, que é uma corrida de longa distância.

O atletismo nasceu na Grécia, onde foram criados os estádios para realização das corridas a pé. Foi na Grécia também que houve o primeiro registro de uma competição de atletismo, durante as Olimpíadas realizadas em 776 a.C.

A corrida envolve estratégia, técnica e bom condicionamento físico do atleta. As corridas são divididas em curta distância ou de velocidade; média distância ou de meio fundo; e longa distância ou de fundo. A pista de corrida contém oito raias, com largura mínima de dez metros. A pista oficial de atletismo é composta de duas retas e duas curvas.

As modalidades oficiais de arremesso e lançamentos abrangem o arremesso de peso, e lançamentos de martelo, disco e dardo. Esses são realizados dentro de áreas limitadas. Os lançamentos dividem-se em três partes: lançamento do martelo, do disco e do dardo.

As provas de salto dividem-se em: provas de salto vertical e de salto horizontal. As provas de salto verticais implicam o salto em altura e o salto com vara. As provas de salto horizontal abrangem o salto em distância e o salto triplo.

O atletismo possui quarenta e duas modalidades atualmente, sendo vinte e oito olímpicas disputadas por homens e mulheres em campo, ao ar livre ou em espaço fechado. Além de estar presente em competições olímpicas, nos Jogos Pan-Americanos, são realizados também campeonatos mundiais, regionais e encontros de atletismo.


Por Thiago Ribeiro (http://mundoeducacao.uol.com.br/educacao-fisica/atletismo.htm)

Verdades e mitos sobre a musculação na corrida


Por David Homsi | 21/07/2011 - Atualizada às 15:30

A musculação vem sendo muito praticada com propósito de melhorar desempenho na corrida
Foto: Rodrigo Roveri/Stock.Xchng.
 
A musculação costumava ser uma atividade física cercada de mitos. Muitas pessoas acreditavam que ao investir no fortalecimento muscular, acabariam ganhando peso e uma aparência pouca delicada. Na verdade este conceito vem sendo combatido e comprovados na pratica, por especialistas e alunos. Hoje ninguém mais duvida que a musculação pode e deve ser considerada uma aliada de quem busca saúde para o corpo, mente e desempenho esportivo.

Com o propósito de melhorar seu desempenho na corrida, a musculação vem sendo muito praticada. Cuidado deve se tomado para que não haja over trainning (excesso de treino) e com isso ao invés de melhorar rendimento, ele irá diminuir.


  • A musculação, ao contrario do que muita gente diz, acelera o metabolismo no processo de perda de peso


  • A prática não engorda, mas sim, aumenta massa muscular e diminui o percentual de gordura do corpo


  • Um músculo fortalecido resulta em uma melhor postura, principalmente na coluna. Com isso a biomecânica da corrida será melhor, diminuindo assim o stress muscular


  • Adolescentes podem e devem fazer musculação, ela não irá afetar o crescimento desde que seja realizada com critérios e acompanhamento de um profissional qualificado

    Um cuidado para quem pratica a corrida é NÃO exagerar nos treinos da musculação, para que o corredor não se sinta “travado e duro”, dificultando a biomecânica da corrida. Isso pode deixar a cintura escapular dura sem movimentos, causando assim maior desgaste e diminuindo o rendimento na prova.

  • CONHEÇA CABOCLO (MUNICÍPIO DE AFRÂNIO-PE).

    Conheça o Caboclo, um lugar que inspira paz e tranquilidade.
    Um recanto histórico encravado no sertão pernambucano.
    Seja bem vindo à memória de nossa cultura, das nossas raízes, de nossa gente.
    Vilarejo sertanejo que reúne história e turismo 
    Caboclo, em pleno Sertão do São Francisco, parece cenário de filme.
    Uma viagem no tempo. Ruas sem asfalto, um casario construído no século XVII, árvores centenárias, lagoas com águas medicinais e muitas lendas e causos contados pelos mais antigos moradores. É neste cenário, onde a história e turismo se confundem, que está mergulhado Caboclo, povoado no município de Afrânio, a 829 km do Recife.
    Caboclo parece ter parado no espaço.  As poucas ruas dão ao lugarejo um ar de sítio histórico muito bem preservado.  As pequenas casas, construídas em adobe (tijolos queimados), de fachadas coloridas dão ainda mais um ar histórico ao lugar.
    Texto adaptado: Giro CulturalAna Verônica Peixoto.


    Histórico
    Caboclo, pertence ao município de Afrânio-PE, está localizado na microrregião do sertão do São Francisco, extremo oeste do Estado, próximo a Serra dos Dois Irmãos com 580 metros de altitude, distante 9 Km de Afrânio e 129 Km de Petrolina-PE.
    A origem do nome Caboclo está ligada aos índios ‘‘CABOCLOS BRAVOS’’ que lá viviam, cujos resquícios até hoje existem nas muralhas de pedras nas lagoas.
    A antiga fazenda CABOCLO, que pertencia aos domínios da Casa da Torre de Garcia D’ávila, passa em 1730 a pertencer ao Capitão Valério Rodrigues Coelho, que a entrega ao seu filho Valério Rodrigues Coelho Filho, casado com Antonia Silva Vieira.
    Inácio Rodrigues Coelho, construiu em 1817 a capela em honra ao Bom Jesus do Bonfim.
    O pernambucano de Recife, Antônio Luiz de Albuquerque Cavalcanti e Melo, chega a região e casa-se com Miquelina Rodrigues de Santana. Pais de José Francisco de Albuquerque Cavalcanti, ‘‘Pai Chico’’, o 5º Prefeito de Petrolina e avós do 2º, o Major Agostinho Albuquerque Cavalcanti.
    Caboclo tem uma grande importância histórica, pois foi um dos primeiros núcleos de povoamento da região. No final de séc. XVII, fazia parte da ‘‘Travessia Velha’’, os tropeiros que vinham das províncias do Piauí e Ceará, em demanda à passagem do Juazeiro/BA. Segundo o historiador Sebastião Galvão, em virtude da lei provincial nº 601, de 13 de maio de 1864, Caboclo foi sede de Comarca.
    Com a construção da estrada de ferro – PT (Petrolina – Teresina).em 1926, foi deslocada 9Km de Caboclo, na fazenda Inveja, hoje Afrânio. Daí o povoado parou no tempo, conservando as características originais.
    Depois de um longo período sem muita preocupação em preservar e divulgar o lugar, em 1995, a Comissão de Revitalização, iniciou um trabalho de resgate pela preservação e sobrevivência do lugar, dando um forte enfoque turístico.
    Caboclo agora conta com uma pousada, destinada a acolher seus visitantes, de forma simples, mas com conforto. O seu acesso por estrada nova asfaltada, a partir de Afrânio ou Dormentes-PE.
    Nos finais de semana, feriados longos e na sua festa do padroeiro (23 a 31 de dezembro), o fluxo de descendentes e visitantes é considerável, sem, contudo, quebrar os climas de tranqüilidade, amizade e descontração existentes.
    Não por acaso, em 2001, serviu de locação para o filme Memorial de Maria Moura.
    Entre os atrativos do lugar estão o casario do século 17, revitalizado, o Cruzeiro, a Igreja do Senhor do Bonfim e a culinária voltada para o doce de leite e a "peta", feitas à base de polvilho de mandioca (tapioca). A tranqüilidade e o comportamento acolhedor da população impressionam o visitante, principalmente os artistas que chegam a trabalho. Bastou uma semana para a atriz Maitê Proença sair encantada. "Todo mundo aqui é carismático, e a paisagem é um cenário vivo", disse a atriz, protagonista do Memorial.
    Passear na Caatinga e pisar nos pedregulhos característicos do vilarejo pode trazer surpresas, como as lagoas de águas magnesianas que garantem cura para diversos tipos de doenças. Nos fins de semanas, grupos de turistas realizam encontros à sombra de um frondoso tamarindo secular. A religiosidade é uma das características marcantes do Caboclo, que vive entre a fé católica e as crendices populares. Faz parte da rotina da população as tradicionais rezadeiras, típicas do Sertão.
    .:.


    Caboclo em Notícias
    Na Edição Especial do Livro "Pernambuco Imagens e Histórias", do cineasta e fotógrafo Marcos Carvalho, mais uma vez Caboclo é inserido no contexto histórico e cultural do estado. O povoado também foi cenário de um curta-metragem produzido pelo idealizador do livro.



    site: www.caboclo.org.br



    HISTÓRIA DE AFRÂNIO – PE. (Minha cidade)





    Afrânio é um município brasileiro do estado de Pernambuco. O município é formado pelos distritos: Afrânio (sede), Arizona, Cachoeira do Roberto e Poção do Afrânio, além dos povoados de Caboclo e Extrema. O município de afrânio foi criado em 20 de Dezembro de 1963, porém o povoado surgiu em 1864.

    História

    Por volta de 1918, onde hoje se localiza a cidade de Afrânio existia uma fazenda denominada Inveja, de propriedade de Francisco Rodrigues da Silva, depois comprada por Sebastião Coelho.
    A população teve início nesse local a partir da construção da Estrada de Ferro Petrolina-Teresina, sendo ali inaugurada e Estação Inveja em 31 de outubro de 1926.Em 31 de junho de 1927 a denominação do pequeno povoado foi mudada para São João por Frei Fortunato na ocasião em que celebrava ali a primeira missa e lançava a pedra fundamental da construção da igreja de São João Batista. O iniciador da capela foi Joaquim Manoel Gomes (Joça) que pediu a permissão do frei José para Dona Ana de Lima Ramos na mesma época ao invés de fazer esforço para celebrar as novenas no Caboclo, celebrasse lá mesmo. Na mesma época chegou Jubelino Albuquerque Cavalcanti, sugerindo então que São João Batista fosse padroeiro da localidade.
    Em 1932, o povoado de São João passou a categoria de vila e logo depois a distrito de Petrolina, sendo comumente chamado de São João de Afrânio, em referência ao engenheiro da estrada de ferro, o Ministro da Viação e Obras Públicas, Afrânio de Melo Franco, pai do jurista Afonso Arinos de Melo Franco.
    Pelo decreto Lei Estadual nº 235 de 9 de dezembro de 1932, o distrito de Afrânio adquiriu parte do território de cachoeira do Roberto também integrante do município de Petrolina. Finalmente, através da lei estadual nº 4.983 de 20 de dezembro de 1963, Afrânio foi elevado à categoria de município autônomo desmembrando - se de Petrolina elevando-se a cidade cuja instalação se deu em 31 de maio de 1964; sendo que na condição de primeiro prefeito "nomeado" cabia a Jose Cavalcanti Ramos (Zelice), que escolheu a data de instalação do município pela em 31 de maio, que era data do aniversário de sua mãe, Petronila Ramos Cavalcanti, que ele julgava uma pessoa relevante na vida comunitária do lugar.

    Saúde

    A rede de saúde se compõe de dois hospitais, 43 leitos, oito ambulatórios, e 28 agentes comunitários de Saúde Pública. A taxa de mortalidade infantil, segundo dados da DATASUS é de 73,68 para cada mil crianças; o valor indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o índice de mortalidade infantil em países com o nível de desenvolvimento do Brasil é de 10 mortes para cada grupo de mil nascidos vivos.
    Dos 3.371 domicílios particulares permanentes, 1.108 (32,9%) são abastecidos pela rede geral de água, 728 (21,6%) são atendidos por poços ou fontes naturais e 1.535 (45,5%) por outras formas de abastecimento. A coleta de lixo urbano atende a 647 (19,2%) domicílios.

    Geografia

    Localiza-se a uma latitude 08º30'54" sul e a uma longitude 41º00'18" oeste, estando a uma altitude de 522 metros. Sua população estimada em 2009 era de 17.445 habitantes.
    Possui uma área de 1.488,6 km².
    • É a cidade mais distante da capital pernamucana.
    O IDH-M é de 0,634.
    Com eleitorado totalizando 13.107
    O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

    Bairros

    • Centro
    • Isabel Gomes
    • José Ramos
    • Antônio Avelar
    • COHAB
    • COHAB 2
    • Maria Auxiliadora
    • Roberto Luís
    • Orla do açude Paus Branco

    Festas

    • Em Afrânio comemora-se o aniversário da cidade em 31 de maio, logo depois vem os festejos juninos(com grandes bandas, quadrilhas, atrações locais), o reveillon é no povoado do Caboclo (com grandes bandas e show pirotécnico), e ainda tem a festa do divino no distrito de Cachoeira do Roberto.

     

    Esportes

    • O esporte do momento no município é o futsal, existem varias quadras espalhas na sede e no interior; O resultado disso é que a seleção Afraniense que disputa a copa Tv Grande Rio de Futsal, sagrou-se campeão da copa. Outro esporte do momento é o judô, e aos poucos esse esporte fica mais forte do município, e já têm algumas conquitas intermunicipais, e estaduais. Afrânio não têm um clube de futebol profissional, e nem está associado a Federação Pernambucana de Futebol, além disso a alguns anos já não ocorre mais o Campeonato Afrâniense de Futebol Amador e que era disputado no "acanhado" estádio municipal, o "Macêdão".

     

    Cidades-irmãs


    Referências

    1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
    2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
    3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
    4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
    5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
    6. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro.


    EDUCAÇÃO FÍSICA.
    PRÁTICA PEDAGÓGICA CULTURA CORPORAL.
    7 perguntas e respostas sobre esportes coletivos.
    Confira as repostas às principais dúvidas sobre o trabalho com vôlei, futebol, handebol e basquete com as turmas do 2º ao 5º ano.



    JOGOS ADAPTADOS
    Na EMEB Marina Pires de Araujo, o professor
    Caio de Campos Busca propõe jogos de
    vôlei com regras e materiais adaptados.
    Ele pede que as crianças arremessem a
    bola por cima da rede com uma das mãos
    e depois com as duas. Quando nota que a
    tarefa é executada com facilidade,
    aumenta o desafio.

    Se bem planejadas, as aulas com esportes coletivos ajudam a ensinar conceitos importantes, como técnicas de modalidades variadas, sua história e a importância do trabalho em equipe. Além disso, garantem as condições para que todos os alunos tenham acesso ao esporte e, ao praticá-lo, desenvolvam suas competências técnicas e táticas, como também a habilidade de se relacionar em jogos coletivos e de solucionar situações-problema gradativamente mais complexas. Para ajudá-lo, NOVA ESCOLA reuniu as principais dúvidas sobre o trabalho com modalidades coletivas, respondidas a seguir.

    1 Há idades mais adequadas para introduzir as diferentes modalidades de esporte?

    Não. Todas podem ser trabalhadas com crianças de diferentes faixas etárias, mas é importante fazer adaptações com relação ao esporte oficial. Nas aulas do professor de Educação Física Caio de Campos Busca na EMEB Marina Pires de Araujo, em Itatiba, a 80 quilômetros de São Paulo, a turma do 2º ano usa a rede de vôlei num tamanho compatível com a sua altura e bolas grandes e macias (leia o quadro abaixo). É fundamental garantir que todos conheçam os gestos associados a cada esporte. "É preciso dar condições para que todos avancem em seu tempo", explica Alexandre Arena, do Instituto Esporte e Educação, em São Paulo.

    2 O que é essencial ensinar às crianças?

    Técnicas, conceitos de saúde e história do esporte. Dentro desses temas, observe o que é mais importante para a turma."Em uma classe com conflitos, deve-se fazer atividades que gerem reflexão sobre o respeito ao adversário", diz Adriano José Rossetto Jr., professor da Universidade Gama Filho (UGF), no Rio de Janeiro.

    3 Campeonatos devem ser organizados?

    Sim, pois ajudam a trabalhar conceitos como análise tática e trabalho em equipe. Mas nelas deve haver atividades de que todos possam participar, ainda que isso exija adaptações. "Se só existe lugar para as equipes de alto nível em uma competição, então excluiremos a maioria das crianças", afirma Rossetto.

    4 Deve-se propor clínicas de aperfeiçoamento?

    Depende dos objetivos. Elas farão sentido se forem uma forma de contribuir para que os alunos se aprimorem nos fundamentos de cada prática. O que não vale é direcionar as aulas para o aperfeiçoamento dos naturalmente mais habilidosos. Para eles, a escola deve criar oportunidades no contraturno.
    5 Qual é a melhor forma de montar as equipes?
    A organização deles deve ser feita de acordo com seus objetivos, mas sempre garantindo grupos heterogêneos: estudantes de diferentes portes físicos, mais e menos habilidosos, meninas e meninos. É essencial que todos vivenciem cada um dos papéis no coletivo para que treinem diversas habilidades. No jogo de futebol, é um erro destacar as meninas sempre para as posições de defesa. "Elas podem defender no primeiro tempo, enquanto os meninos atacam. Porém, no segundo tempo, a situação se inverte", lembra Marcelo Jabu, coautor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física. O único cuidado é não delegar essa tarefa às crianças. Elas vão se unir por afinidades e os objetivos da atividade não serão garantidos.

    6 Qual deve ser o papel do professor durante um jogo?

    É importante observar a partida para avaliar constantemente as atividades desenvolvidas pelos alunos. "Ele deve perceber se a atividade está adequada e se mantém os alunos motivados", diz Rossetto (leia a sequência didática). Também é papel do docente esclarecer regras e mediar conflitos. A função de árbitro, nos jogos, pode ser delegada aos alunos. "Assim, eles refletem sobre a importância de tomar decisões se baseando em regras preestabelecidas e respeitá-las", completa Jabu.

    7 Como estudar a fisiologia do esporte na aula?

    Os alunos podem identificar as capacidades físicas mais exigidas, como força, resistência, flexibilidade, ritmo, coordenação e velocidade, e que interferem diretamente na realização de determinados movimentos. Por exemplo, ao jogar futebol, as crianças podem ser questionadas sobre o que é necessário para que se saiam cada vez melhor. Nas respostas, a questão da força e da velocidade aparecerá. Você deve levantar essas capacidades com a turma e depois ajudar a construir os conceitos associados a elas.

    OS ERROS MAIS COMUNS.

    Ensinar apenas as técnicas relativas à cada prática. É preciso utilizar sequências didáticas que permitam ir além do treino das habilidades motoras.

    Valorizar os mais aptos. Ao perceber que alguns alunos possuem mais habilidade em determinada prática, o ideal é sugerir que eles cooperem com os demais colegas. É incorreto deixar esses alunos sempre em posição de destaque, à custa da exclusão de outros.

    Exigir desempenho. Especializar as crianças em apenas uma modalidade e tornar o esporte uma obrigação não condiz com o contexto escolar.

    Ignorar as especificidades de cada turma. Os esportes coletivos oficiais devem ser adaptados de acordo com as limitações físicas e as necessidades de cada classe.

    Rita Trevisan (novaescola@atleitor.com.br).